domingo, 16 de maio de 2010

A aula

A aula de Cibercultura apresentada pelo professor Horácio Mello foi um grande turbilhão de novidades sobre o mundo virtual. Mesmo navegadores diários do mundo virtual e totalmente dependentes desse meio de comunicação para exercer nossa profissão, o que foi possível ver é que a quantidade de ferramentas disponíveis, as facilidades para o exercício da profissão de jornalista, são praticamente infinitas.
A internet rompe barreiras de forma avassaladora. Se de repente aparece uma dificuldade de se encontrar alguma informação ou realizar um trabalho, em pouco tempo a internet oferece essa solução ou índica os caminhos. Se temos problemas em nos comunicar com pessoas de outros países, ela de repente surge com uma solução para isso, rompe todas as barreiras e acaba com as fronteiras.
Em pouco tempo vamos nos perguntar: o que a internet não faz? Praticamente tudo que é relacionada à comunicação: jornais, revistas, rádios, televisão, propagandas, está na internet.
Hoje, qualquer pessoa de qualquer canto do mundo pode mostrar algo do seu país, como no caso do terremoto no Haiti. Foi a internet que deu os primeiros sinais do terremoto. Pessoas em conversas através da webcam ao vivo deram a sensação para quem estava do outro lado, e também difundiram o desespero antes da perda do contato.
Ou seja, a internet, um mundo virtual, já é capaz de estimular os mais variados sentimentos e desejos, crimes e muito mais. É a globallização online.

3 comentários:

  1. Interessante acrescentar além da velocidade outro ponto importante é a forma precoce deste contato com as novas gerações.Até que ponto isso é saudável?

    ResponderExcluir
  2. Este comentário foi removido pelo autor.

    ResponderExcluir
  3. Também concordo com as ideias de João Batista. A aula do professor Horácio tem nos possibilitado um turbilhão de novos conceitos e a descoberta de novas possibilidades geradas pela internet. Minha dificuldade inicial foi quanto à própria definição de cibercultura. Que palavra estranha para mim, até então. Eu achava que estava fora desta realidade por não acessar twitter e publicar "minhas opiniões" em blogs, por exemplo. "Agora sei que também estou na cibercultura". Para quem duvida, seu número do CPF está lá. É só acessar a rede...

    Luciana Wronski

    ResponderExcluir