Ponto de vista
No primeiro parágrafo, a autora do artigo destaca um fato importante: “qualquer informação pode ser tomada como verdadeira”. A internet já transformou isso em realidade. No fantástico no dia 16 de maio de 2010, um quadro em que se é investigado se informações e imagens são verdadeiras, uma simples brincadeira de um grupo de humoristas brasileiros em que dizia “mulher engravida após assistir filme em 3D” foi parar em sites de diversos países do mundo. Ou seja, se alguém publicou, tem um fundo de verdade. Será?
Nos autores citados por Ersching, a autora demonstra uma afinidade com os conceitos de Deleuze, visto que considera as idéias de Levy utópicas e a apresentação de Baudrillard subversiva. Contudo ambos, assim como Deleuze, acertam em parte do seu pensamento a respeito do mundo virtual. Estamos envolvidos em uma tecnologia com inteligência artificial; estamos nos tornando submissos à máquina, pois cada vez mais necessitamos dela no nosso dia a dia, e tudo isso é uma potencialização do ser humano.
A internet parece e está rompendo fronteiras, tanto em valores positivos como em obras e ações negativas. Essa “terra virtual” sem lei, ou melhor, sem forma de punição aos criminosos
Ganhamos a internet, a troca de informações, conhecimentos, cultura. Mas ganhamos também o mundo do cibercrimes, que auxilia e agiliza práticas antigas, como cita a autora. Ou seja, tudo está ganhando uma nova dimensão com a internet. A pergunta é: onde vamos parar?
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