A evolução
No último texto de nosso trabalho em que trata das tecnologias de informação, o que se pode destacar é como as coisas mudam e não percebemos. Ou melhor fingimos não perceber. É igual tricotar ou jogar baralho, é uma coisa cultural, que nossos antepassados faziam, mas que hoje é muito mais raro. Porque? Devido aos avanços tecnológicos, ao interesse pelo que é novidade, enfim é a evolução da humanidade, assim como acontece com a evolução da mídia.
Pelo que compreendi, a cibercultura parece iniciar muito antes do advento da internet. Vem desde a época dos videocassetes, walkman, videogames e por ai vai. A partir desse momento, o espaço para troca de cultura e informações começou girar o globo de forma cada vez mais acelerada, auxiliada por uma ferramenta mundial: o capitalismo, o lucro.
Chegar com a informação primeiro, com a novidade, com o diferente, tudo isso refletia em lucro e o mundo parece que começou a girar mais rápido. A troca sociocultural entre as sociedades acelerou de tal maneira que parece estar chegando ao ápice com o mundo virtual.
Um fato importante destacado no texto é relacionado sobre quem é a cibercultura. Nós. Somos nós que a criamos, inventamos, modificamos e também copiamos suas novidades. E como destaca o texto, tudo está em evolução, até mesmo as máquinas, que devem ficar cada vez mais parecidas com o ser humano. É o homem se copiando.
terça-feira, 18 de maio de 2010
A entrevista com Turkle
Reflexões
Na entrevista da professora de sociologia e doutora em Psicologia da Personalidade, Sherry Turkle, é perceptível como a internet traz a sociedade uma série de mudanças de comportamento que muitas vezes passa desapercebido.
Em sua entrevista, o que pude concluir é que a professora ressalta que o mundo virtual faz parte do real. As nossas ações em frente a uma tela do computador tem reflexos claros no nosso dia-a-dia, muitos deles positivo, como agilidade em trocas de informações e um fato bastante ressaltado, o arquivamento das memórias virtuais.
Além disso, tomamos uma série de identidades de acordo com o nosso interesse, realizamos uma série de experiências. Turkle cita que no futuro os estudos podem se voltar os fatos reais, e não virtuais. Já pensou em um livro com o título: Há anos atrás nossos avós se conheciam na rua. Ou então: Encontros e ações físicas, a presença do corpo humano.Isso parece até cômico, utópico, mas não pode ser descartado
Antes uma oportunidade para entrar em contato com pessoas do outro lado do mundo, a internet serve para conhecer pessoas no mesmo bairro, tamanha a sua facilidade. As experiências e os comportamentos estão mudando, não há como negar.
Na entrevista da professora de sociologia e doutora em Psicologia da Personalidade, Sherry Turkle, é perceptível como a internet traz a sociedade uma série de mudanças de comportamento que muitas vezes passa desapercebido.
Em sua entrevista, o que pude concluir é que a professora ressalta que o mundo virtual faz parte do real. As nossas ações em frente a uma tela do computador tem reflexos claros no nosso dia-a-dia, muitos deles positivo, como agilidade em trocas de informações e um fato bastante ressaltado, o arquivamento das memórias virtuais.
Além disso, tomamos uma série de identidades de acordo com o nosso interesse, realizamos uma série de experiências. Turkle cita que no futuro os estudos podem se voltar os fatos reais, e não virtuais. Já pensou em um livro com o título: Há anos atrás nossos avós se conheciam na rua. Ou então: Encontros e ações físicas, a presença do corpo humano.Isso parece até cômico, utópico, mas não pode ser descartado
Antes uma oportunidade para entrar em contato com pessoas do outro lado do mundo, a internet serve para conhecer pessoas no mesmo bairro, tamanha a sua facilidade. As experiências e os comportamentos estão mudando, não há como negar.
segunda-feira, 17 de maio de 2010
Algumas reflexões sobre virtualidade linguagens...
Ponto de vista
No primeiro parágrafo, a autora do artigo destaca um fato importante: “qualquer informação pode ser tomada como verdadeira”. A internet já transformou isso em realidade. No fantástico no dia 16 de maio de 2010, um quadro em que se é investigado se informações e imagens são verdadeiras, uma simples brincadeira de um grupo de humoristas brasileiros em que dizia “mulher engravida após assistir filme em 3D” foi parar em sites de diversos países do mundo. Ou seja, se alguém publicou, tem um fundo de verdade. Será?
Nos autores citados por Ersching, a autora demonstra uma afinidade com os conceitos de Deleuze, visto que considera as idéias de Levy utópicas e a apresentação de Baudrillard subversiva. Contudo ambos, assim como Deleuze, acertam em parte do seu pensamento a respeito do mundo virtual. Estamos envolvidos em uma tecnologia com inteligência artificial; estamos nos tornando submissos à máquina, pois cada vez mais necessitamos dela no nosso dia a dia, e tudo isso é uma potencialização do ser humano.
A internet parece e está rompendo fronteiras, tanto em valores positivos como em obras e ações negativas. Essa “terra virtual” sem lei, ou melhor, sem forma de punição aos criminosos
Ganhamos a internet, a troca de informações, conhecimentos, cultura. Mas ganhamos também o mundo do cibercrimes, que auxilia e agiliza práticas antigas, como cita a autora. Ou seja, tudo está ganhando uma nova dimensão com a internet. A pergunta é: onde vamos parar?
No primeiro parágrafo, a autora do artigo destaca um fato importante: “qualquer informação pode ser tomada como verdadeira”. A internet já transformou isso em realidade. No fantástico no dia 16 de maio de 2010, um quadro em que se é investigado se informações e imagens são verdadeiras, uma simples brincadeira de um grupo de humoristas brasileiros em que dizia “mulher engravida após assistir filme em 3D” foi parar em sites de diversos países do mundo. Ou seja, se alguém publicou, tem um fundo de verdade. Será?
Nos autores citados por Ersching, a autora demonstra uma afinidade com os conceitos de Deleuze, visto que considera as idéias de Levy utópicas e a apresentação de Baudrillard subversiva. Contudo ambos, assim como Deleuze, acertam em parte do seu pensamento a respeito do mundo virtual. Estamos envolvidos em uma tecnologia com inteligência artificial; estamos nos tornando submissos à máquina, pois cada vez mais necessitamos dela no nosso dia a dia, e tudo isso é uma potencialização do ser humano.
A internet parece e está rompendo fronteiras, tanto em valores positivos como em obras e ações negativas. Essa “terra virtual” sem lei, ou melhor, sem forma de punição aos criminosos
Ganhamos a internet, a troca de informações, conhecimentos, cultura. Mas ganhamos também o mundo do cibercrimes, que auxilia e agiliza práticas antigas, como cita a autora. Ou seja, tudo está ganhando uma nova dimensão com a internet. A pergunta é: onde vamos parar?
domingo, 16 de maio de 2010
A aula
A aula de Cibercultura apresentada pelo professor Horácio Mello foi um grande turbilhão de novidades sobre o mundo virtual. Mesmo navegadores diários do mundo virtual e totalmente dependentes desse meio de comunicação para exercer nossa profissão, o que foi possível ver é que a quantidade de ferramentas disponíveis, as facilidades para o exercício da profissão de jornalista, são praticamente infinitas.
A internet rompe barreiras de forma avassaladora. Se de repente aparece uma dificuldade de se encontrar alguma informação ou realizar um trabalho, em pouco tempo a internet oferece essa solução ou índica os caminhos. Se temos problemas em nos comunicar com pessoas de outros países, ela de repente surge com uma solução para isso, rompe todas as barreiras e acaba com as fronteiras.
Em pouco tempo vamos nos perguntar: o que a internet não faz? Praticamente tudo que é relacionada à comunicação: jornais, revistas, rádios, televisão, propagandas, está na internet.
Hoje, qualquer pessoa de qualquer canto do mundo pode mostrar algo do seu país, como no caso do terremoto no Haiti. Foi a internet que deu os primeiros sinais do terremoto. Pessoas em conversas através da webcam ao vivo deram a sensação para quem estava do outro lado, e também difundiram o desespero antes da perda do contato.
Ou seja, a internet, um mundo virtual, já é capaz de estimular os mais variados sentimentos e desejos, crimes e muito mais. É a globallização online.
A internet rompe barreiras de forma avassaladora. Se de repente aparece uma dificuldade de se encontrar alguma informação ou realizar um trabalho, em pouco tempo a internet oferece essa solução ou índica os caminhos. Se temos problemas em nos comunicar com pessoas de outros países, ela de repente surge com uma solução para isso, rompe todas as barreiras e acaba com as fronteiras.
Em pouco tempo vamos nos perguntar: o que a internet não faz? Praticamente tudo que é relacionada à comunicação: jornais, revistas, rádios, televisão, propagandas, está na internet.
Hoje, qualquer pessoa de qualquer canto do mundo pode mostrar algo do seu país, como no caso do terremoto no Haiti. Foi a internet que deu os primeiros sinais do terremoto. Pessoas em conversas através da webcam ao vivo deram a sensação para quem estava do outro lado, e também difundiram o desespero antes da perda do contato.
Ou seja, a internet, um mundo virtual, já é capaz de estimular os mais variados sentimentos e desejos, crimes e muito mais. É a globallização online.
Marcadores:
Internet
Impressões
Nestes blogs, que nós e todos os alunos da turma de pós-graduação em Cibermídia 2010 teremos que criar, serão publicadas nossas impressões a respeito da aula de Cibercultura, que aconteceu nos dias sete e oito de maio, nossos pontos de vista e observações sobre tudo que aprendemos e conhecemos, além de estimular uma provável série de críticas a respeito da opinião de cada um. A todos, boa leitura.
Marcadores:
Cibercultura
Assinar:
Comentários (Atom)